
Aldeia do Carvalho
A montanha estava dividida em várias zonas de pastoreio cada uma delas reservada a um dos concelhos serranos, pois só assim se conseguira pausa nas bravas discussões ’entre pastores, nas brigas que manchavam de sangue as encumeadas. Murmúrio fio de água, um cordão de rochedos, por vezes uma torrezita de pedras soltas um “talegre” indicavam os extremos de cada área e transpô-los seria desafiar a razão, a cólera e o varapau dos pastores da outra banda. Retidas, as ovelhas de Valadares mostravam-se inquietas e uma e outra, mais afoita e alheia aos acordos humanos, saltava a linha convencional que separava a parte da serra atribuída a Manteigas daquela onde só deviam campear os rebanhos da Aldeia do Carvalho.


O posto de Sellagem n.º 17 da Aldeia do Carvalho em 1888
Uma relação oficial publicada em 1888 identifica a Aldeia do Carvalho como…

A escola pública da Aldeia do Carvalho no século XIX
Da criação da primeira cadeira masculina, em 1867, à existência de ensino…

O ‘traje’ tradicional dos homens da Aldeia do Carvalho em 1919
Em 29 de maio de 1919, o jornal quinzenal Arauto da Beira…

1395 — Um terreno do rei na Aldeia do Carvalho
Em 1395, durante o reinado de D. João I, a Aldeia do…

Quando a Aldeia do Carvalho representou Portugal na Exposição Universal de Filadélfia (1876)
“Os lanifícios da Aldeia do Carvalho atravessaram o Atlântico para integrar a…
